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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Vigilantes privados entram em greve e paralisam bancos na Bahia.

O motivo é o não cumprimento da lei que obriga as empresas de vigilância efetuarem o pagamento do adicional de periculosidade Os vigilantes e seguranças privados do estado da Bahia entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (26). De acordo com informações do Sindicato dos Vigilantes da Bahia (Sindvigilantes-Ba), o motivo para a paralisação é a falta de pagamento de algumas empresas de vigilância do adicional de periculosidade de 30%. Em dezembro do ano passado, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei 12.740/2012, que estende o adicional de 30% de periculosidade aos vigilantes e seguranças privados, devido ao risco de roubos ou outras espécies de violência física. O motivo da greve é o não cumprimento da lei que obriga as empresas de vigilância efetuarem o pagamento do adicional de periculosidade de 30% Segundo o Sindivigilantes-Ba, algumas empresas já se manifestaram em relação a paralisação, oferecendo o pagamento na primeira semana do mês de março, caso suspendam a greve. Entre elas estão a Vipac, MAP, MF, MJR Prosegur, Escolta VIP e a Java. Em protesto, os trabalhadores realizaram uma passeata na avenida Sete de Setembro rumo ao bairro Comércio, dois locais com grande concentração de agências bancárias. A decisão da greve foi tomada depois de uma rodada de negociação, sem sucesso, entre as empresas e os trabalhadores nesta segunda-feira (25). A paralisação que reúne cerca de 35 mil vigilantes em todo o estado, atinge estabelecimentos como hospitais, escolas, shoppings, bancos, entre outros. Bancos Com isso, um dos setores mais afetados com a paralisação são as agências bancárias. De acordo com o Sindicato dos Bancários da Bahia, os bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNB) suspenderam o atendimento em todas as agências. Já a maioria das agências privadas estão funcionando mesmo sem vigilância. Segundo o sindicato, várias denúncias foram registradas por funcionários dos bancos, que estão trabalhando mesmo sem segurança. Com base na lei federal de nº 7.102/83, é necessária a presença de, no mínimo, dois vigilantes em cada agência, para que haja regularidade no funcionamento. Caso o atendimento seja retomado, mesmo com a greve dos vigilantes, qualquer ocorrência será de responsabilidade do banco. Matéria original: iBahia